Monkeypox: RS confirma 176 casos de varíola dos macacos

  • 22/09/2022
(Foto: Reprodução)
Há ainda 259 pessoas com suspeita da doença. Boletim foi divulgado nesta quinta-feira (22). Amostras para testes de varíola dos macacos Agência Brasil/Diulgação O Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul confirmou nesta quinta-feira (22) um total de 176 casos de varíola dos macacos. A primeira pessoa com o vírus foi identificada no estado em 12 de junho. O relatório desta quarta também mostra 259 casos suspeitos de monkeypox em investigação. Porto Alegre é o município que soma o maior número de casos identificados, com um total de 95, seguido por Canoas, com 16. Os casos estão distribuídos em 33 municípios gaúchos (veja a lista abaixo). Anvisa aprova registro de primeiro teste para diagnóstico da doença no Brasil Sintomas da varíola dos macacos: da 'afta' que não é afta até uma rara necrose no nariz Ministério da Saúde confirma primeira morte por varíola dos macacos no Brasil No dia 18 de agosto, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou a transmissão comunitária da monkeypox no Rio Grande do Sul. Essa condição é estabelecida quando não é possível identificar a origem da infecção. Porto Alegre já havia declarado esse tipo de transmissão da doença no dia 12 de agosto. Casos de varíola dos macacos por cidade: Alvorada: 1 Bagé: 1 Cachoeirinha: 1 Campinas do Sul : 1 Campo Bom: 3 Canoas: 16 Carlos Barbosa: 1 Caxias do Sul: 4 Estância Velha: 2 Esteio: 1 Farroupilha: 1 Garibaldi: 3 Gramado: 3 Igrejinha: 3 Ijuí: 1 Ivoti: 1 Marau: 1 Monte Belo do Sul: 1 Morro Reuter: 1 Nova Petrópolis: 1 Novo Hamburgo: 10 Parobé: 1 Passo Fundo: 1 Pelotas: 1 Porto Alegre: 95 Rio Grande: 1 Santa Maria: 1 Santo Ângelo: 1 São Leopoldo: 2 São Marcos: 1 Sapiranga: 2 Uruguaiana: 2 Viamão: 10 Doença De acordo com o Centro de Vigilância, o diagnóstico para o monkeypox é feito por um teste do tipo PCR seguido de sequenciamento viral. O quadro clínico do atual surto é caracterizado por sintomas de erupções cutâneas localizadas, por vezes em apenas uma parte do corpo. O contágio acontece pelo contato direto com as lesões da pele ou com objetos contaminados. A transmissão também pode ocorrer por gotículas respiratórias em contatos próximos. Por isso, casos suspeitos devem passar pelo processo de isolamento, teste laboratorial e notificação às autoridades competentes. Na ausência de complicações ou fatores de risco (como imunossupressão ou gravidez), o isolamento pode ser cumprido em domicílio. A duração deve ser até a queda das crostas da pele e cicatrização das lesões. Durante esse período, a vigilância do município permanece em contato com a pessoa para o monitoramento. Profissionais da Atenção Básica podem contar com o suporte do Telessaúde-RS para orientações e discussão dos casos. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

FONTE: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2022/09/22/monkeypox-rs-confirma-176-casos-de-variola-dos-macacos.ghtml


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